Atleta de Maringá conquista 2º lugar em uma das corridas mais tradicionais do Brasil
A atleta maringaense Simoniely Serathiuk voltou a mostrar neste domingo, 12, porque figura entre as principais corredoras do país. Mesmo em processo de recuperação de problemas de saúde enfrentados no...
A atleta maringaense Simoniely Serathiuk voltou a mostrar neste domingo, 12, porque figura entre as principais corredoras do país. Mesmo em processo de recuperação de problemas de saúde enfrentados nos últimos meses, ela conquistou a segunda colocação geral nos 10 quilômetros da NB42K Porto Alegre, uma das provas de rua mais tradicionais e concorridas do Brasil.
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O resultado ganha ainda mais relevância diante do momento vivido pela atleta. Após encerrar 2025 pela primeira vez entre as dez maratonistas mais rápidas do Brasil, Simoniely precisou desacelerar e iniciar um processo de reconstrução física após ser diagnosticada com Síndrome da Deficiência Energética no Esporte (RED-S), condição causada pelo alto desgaste físico aliado à recuperação insuficiente.
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A prova em Porto Alegre reuniu milhares de atletas nas distâncias de 5, 10, 21 e 42 quilômetros e contou, inclusive, com a presença do lendário maratonista queniano Eliud Kipchoge, considerado um dos maiores nomes da história da modalidade.
Ao Portal GMC Online, Simoniely explicou que participou da competição a convite da marca de relógios esportivos Huawei, com o objetivo de divulgar os produtos da empresa e também competir em alto nível.
“Fui fazer os 10 quilômetros da NB42K Porto Alegre a convite da Huawei. O propósito era divulgar a marca, divulgar o relógio e, é claro, correr. Gostei muito de participar, é uma prova muito grandiosa, com milhares de atletas nas provas de 5, 10, 21 e 42 quilômetros”, afirmou.
Apesar da conquista, a prova foi marcada por problemas de organização e sinalização no percurso. Segundo a atleta, erros no trajeto afetaram diretamente o resultado da disputa feminina. “Teve algumas questões, foi uma prova um pouco desorganizada em relação ao percurso. Eu mesma errei o trajeto e a atleta que liderava a prova feminina também acabou se perdendo”, relatou.
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A atleta também falou sobre o processo de recuperação após o diagnóstico da RED-S e a decisão de priorizar a saúde antes da performance esportiva. “Assumi o protagonismo da minha saúde e aceitei o tratamento antes que algo pior acontecesse. Sei que levará um tempo para o meu corpo voltar a se preocupar com performance, e isso é justo”, destacou.
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O resultado ganha ainda mais relevância diante do momento vivido pela atleta. Após encerrar 2025 pela primeira vez entre as dez maratonistas mais rápidas do Brasil, Simoniely precisou desacelerar e iniciar um processo de reconstrução física após ser diagnosticada com Síndrome da Deficiência Energética no Esporte (RED-S), condição causada pelo alto desgaste físico aliado à recuperação insuficiente.
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A prova em Porto Alegre reuniu milhares de atletas nas distâncias de 5, 10, 21 e 42 quilômetros e contou, inclusive, com a presença do lendário maratonista queniano Eliud Kipchoge, considerado um dos maiores nomes da história da modalidade.
Ao Portal GMC Online, Simoniely explicou que participou da competição a convite da marca de relógios esportivos Huawei, com o objetivo de divulgar os produtos da empresa e também competir em alto nível.
“Fui fazer os 10 quilômetros da NB42K Porto Alegre a convite da Huawei. O propósito era divulgar a marca, divulgar o relógio e, é claro, correr. Gostei muito de participar, é uma prova muito grandiosa, com milhares de atletas nas provas de 5, 10, 21 e 42 quilômetros”, afirmou.
Apesar da conquista, a prova foi marcada por problemas de organização e sinalização no percurso. Segundo a atleta, erros no trajeto afetaram diretamente o resultado da disputa feminina. “Teve algumas questões, foi uma prova um pouco desorganizada em relação ao percurso. Eu mesma errei o trajeto e a atleta que liderava a prova feminina também acabou se perdendo”, relatou.
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