Banco Central avalia mudanças no Pix; veja o que pode mudar para os usuários
O Banco Central (BC) estuda impor restrições ao uso do Pix por bancos e fintechs que apresentem fragilidades em segurança cibernética. Acompanhe o GMC Online no Instagram Clique aqui e receba as n...
O Banco Central (BC) estuda impor restrições ao uso do Pix por bancos e fintechs que apresentem fragilidades em segurança cibernética.
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A medida ocorre após uma sequência de ataques hackers que expuseram vulnerabilidades no sistema financeiro, principalmente em instituições menores e empresas de tecnologia que fazem a conexão com a infraestrutura do Pix.
Entre as propostas em análise estão limites para valores e horários de transações, além da possibilidade de impedir o registro de novas chaves por instituições consideradas de risco. Em casos mais graves, o acesso ao sistema pode até ser suspenso.
A intenção do BC é atuar de forma preventiva, com respostas mais rápidas do que as previstas hoje nos processos administrativos.
O debate ganhou força após ataques recentes que resultaram em prejuízos bilionários. Nos últimos 12 meses, desvios ligados a fraudes cibernéticas já superaram R$ 1,5 bilhão, segundo estimativas do mercado.
Em geral, os criminosos não atacam diretamente os grandes bancos, mas exploram pontos mais frágeis da cadeia, como fintechs e prestadoras de serviços de tecnologia, responsáveis por conectar instituições ao sistema do BC.
Ataques cibernéticos
Um dos episódios que mais chamou atenção foi o ataque à C&M Software, no ano passado, que desviou cerca de R$ 800 milhões e acendeu o alerta sobre riscos em empresas intermediárias. Casos como esse reforçaram a avaliação de que, embora o Pix em si seja robusto, a segurança do sistema depende também do nível de proteção adotado por todos os participantes.
Leia a reportagem completa no Metrópoles, parceiro do GMC Online.
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A medida ocorre após uma sequência de ataques hackers que expuseram vulnerabilidades no sistema financeiro, principalmente em instituições menores e empresas de tecnologia que fazem a conexão com a infraestrutura do Pix.
Entre as propostas em análise estão limites para valores e horários de transações, além da possibilidade de impedir o registro de novas chaves por instituições consideradas de risco. Em casos mais graves, o acesso ao sistema pode até ser suspenso.
A intenção do BC é atuar de forma preventiva, com respostas mais rápidas do que as previstas hoje nos processos administrativos.
O debate ganhou força após ataques recentes que resultaram em prejuízos bilionários. Nos últimos 12 meses, desvios ligados a fraudes cibernéticas já superaram R$ 1,5 bilhão, segundo estimativas do mercado.
Em geral, os criminosos não atacam diretamente os grandes bancos, mas exploram pontos mais frágeis da cadeia, como fintechs e prestadoras de serviços de tecnologia, responsáveis por conectar instituições ao sistema do BC.
Ataques cibernéticos
Um dos episódios que mais chamou atenção foi o ataque à C&M Software, no ano passado, que desviou cerca de R$ 800 milhões e acendeu o alerta sobre riscos em empresas intermediárias. Casos como esse reforçaram a avaliação de que, embora o Pix em si seja robusto, a segurança do sistema depende também do nível de proteção adotado por todos os participantes.
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