Mário Hossokawa explica porque votou contra a abertura da Comissão Processante
Ao conceder entrevista à CBN Maringá na manhã desta segunda-feira, 6, e ser questionado sobre os motivos que o levaram à votar contra a abertura de uma Comissão Processante para apurar denúncias contr...
Ao conceder entrevista à CBN Maringá na manhã desta segunda-feira, 6, e ser questionado sobre os motivos que o levaram à votar contra a abertura de uma Comissão Processante para apurar denúncias contra a vereadora Professora Ana Lúcia (PDT), o vereador Mário Hossokawa (PP) afirmou entender que “houve irregularidades no procedimento adotado pela Câmara de Maringá”.
Segundo Hossokawa, a denúncia foi protocolada sem a documentação necessária para comprovar as acusações. Na avaliação dele, o denunciante deveria ter se identificado formalmente e apresentado elementos que fundamentassem os fatos narrados. “Foi apresentado apenas o texto da denúncia, sem documentos pessoais e sem provas anexadas naquele momento”, afirmou.
Entre no canal do GMC Online no Instagram
Acompanhe o GMC Online no Instagram
Clique aqui e receba as nossas notícias pelo WhatsApp.
Além das críticas ao rito processual, Mário Hossokawa afirmou que o conteúdo da denúncia não justificava a abertura de uma comissão processante. Ele lembrou que, ao longo dos oito mandatos como vereador, acompanhou diversas reclamações de ex-assessores contra parlamentares, mas que situações semelhantes nunca resultaram em pedidos de cassação.
Ao explicar o funcionamento da Comissão Processante, Hossokawa informou que o grupo tem até 90 dias para concluir a apuração, quando poderão ser convocadas testemunhas indicadas pelo denunciante e pela defesa. Ao final, a comissão poderá recomendar o arquivamento, aplicar penalidades como advertência ou suspensão temporária do mandato ou mesmo a cassação.
Nova dinâmica
Questionado sobre a atuação da atual legislatura, a primeira com 23 vereadores, ele respondeu que o aumento no número de parlamentares provocou uma intensa produção de requerimentos e indicações, ampliando significativamente a demanda sobre o Poder Executivo. “Há um volume muito grande de pedidos de informação e indicações, e todos precisam ser respondidos dentro do prazo legal”, afirmou.
Hossokawa avaliou que parte dos desentendimentos entre vereadores decorre da falta de experiência dos novos integrantes. “Alguns vereadores tratam determinados bairros como redutos políticos exclusivos. “Nenhum vereador é dono de bairro, de UBS ou de escola. Se um morador me procura, independente de onde mora, eu tenho a obrigação de atendê-lo. O mandato é para toda a cidade”.
Também participaram da entrevista Luciana Peña e Regeane Guzzoni. Confia a entrevista na íntegra.
The post Mário Hossokawa explica porque votou contra a abertura da Comissão Processante appeared first on GMC Online.

Segundo Hossokawa, a denúncia foi protocolada sem a documentação necessária para comprovar as acusações. Na avaliação dele, o denunciante deveria ter se identificado formalmente e apresentado elementos que fundamentassem os fatos narrados. “Foi apresentado apenas o texto da denúncia, sem documentos pessoais e sem provas anexadas naquele momento”, afirmou.
Entre no canal do GMC Online no Instagram
Acompanhe o GMC Online no Instagram
Clique aqui e receba as nossas notícias pelo WhatsApp.
Além das críticas ao rito processual, Mário Hossokawa afirmou que o conteúdo da denúncia não justificava a abertura de uma comissão processante. Ele lembrou que, ao longo dos oito mandatos como vereador, acompanhou diversas reclamações de ex-assessores contra parlamentares, mas que situações semelhantes nunca resultaram em pedidos de cassação.
Ao explicar o funcionamento da Comissão Processante, Hossokawa informou que o grupo tem até 90 dias para concluir a apuração, quando poderão ser convocadas testemunhas indicadas pelo denunciante e pela defesa. Ao final, a comissão poderá recomendar o arquivamento, aplicar penalidades como advertência ou suspensão temporária do mandato ou mesmo a cassação.
Nova dinâmica
Questionado sobre a atuação da atual legislatura, a primeira com 23 vereadores, ele respondeu que o aumento no número de parlamentares provocou uma intensa produção de requerimentos e indicações, ampliando significativamente a demanda sobre o Poder Executivo. “Há um volume muito grande de pedidos de informação e indicações, e todos precisam ser respondidos dentro do prazo legal”, afirmou.
Hossokawa avaliou que parte dos desentendimentos entre vereadores decorre da falta de experiência dos novos integrantes. “Alguns vereadores tratam determinados bairros como redutos políticos exclusivos. “Nenhum vereador é dono de bairro, de UBS ou de escola. Se um morador me procura, independente de onde mora, eu tenho a obrigação de atendê-lo. O mandato é para toda a cidade”.
Também participaram da entrevista Luciana Peña e Regeane Guzzoni. Confia a entrevista na íntegra.
The post Mário Hossokawa explica porque votou contra a abertura da Comissão Processante appeared first on GMC Online.

Mário Hossokawa (PP) é o vereador com mais mandatos na Câmara de Maringá – Foto/CBN Maringá