Projeto propõe jardins de alagamento sustentáveis para combater enchentes em Maringá
Um projeto de lei apresentado pelo vereador William Gentil (PP) propondo a criação do Programa Jardins de Alagamento Sustentáveis em Maringá foi aprovado em segunda discussão na sessão da Câmara de Ma...
Um projeto de lei apresentado pelo vereador William Gentil (PP) propondo a criação do Programa Jardins de Alagamento Sustentáveis em Maringá foi aprovado em segunda discussão na sessão da Câmara de Maringá nesta quinta-feira, 25. A matéria foi aprovada por 17 votos.
Segundo ele, o projeto foi protocolado em fevereiro de 2025 por sugestão da filha, que à época fazia um trabalho sobre o tema na Faculdade de Arquitetura. A iniciativa busca reduzir enchentes, melhorar a drenagem urbana e ampliar as áreas verdes.
O texto prevê a criação de jardins planejados para captar, armazenar e infiltrar a água das chuvas, diminuindo a sobrecarga da rede de drenagem. Esses espaços poderão ser implantados em praças, canteiros centrais, parques e outros locais com histórico de alagamentos.
A implantação dos jardins deverá priorizar regiões que sofrem alagamentos com frequência. A definição dos locais será baseada em estudos técnicos realizados pelos órgãos competentes, respeitando as diretrizes do Plano Diretor e da legislação municipal.
Transparência
O texto também determina que a execução do programa seja acompanhada com transparência. Relatórios técnicos anuais deverão ser publicados no Portal da Transparência do Município informando as ações realizadas e os locais contemplados.
Os jardins de alagamento deverão contar com sistemas naturais de drenagem, utilizando solo filtrante e materiais permeáveis que permitam a infiltração gradual da água. Deve ser priorizado espécies vegetais nativas e adaptadas a solos úmidos.
O projeto também prevê a instalação de sensores inteligentes para monitorar a umidade do solo e os níveis de água. As informações coletadas poderão ser integradas a plataformas de monitoramento, auxiliando na prevenção e mitigação de riscos de alagamentos.
O texto estabelece que o programa possui caráter programático e não gera despesas obrigatórias para o município. A implementação dependerá da realização de estudos técnicos que comprovem a viabilidade econômica e ambiental, além da análise do impacto financeiro.
Para viabilizar a execução do programa, o projeto prevê a busca de recursos por meio de parcerias público-privadas, incentivos ambientais, captação de verbas estaduais e federais, além de convênios com universidades e centros de pesquisa.
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Segundo ele, o projeto foi protocolado em fevereiro de 2025 por sugestão da filha, que à época fazia um trabalho sobre o tema na Faculdade de Arquitetura. A iniciativa busca reduzir enchentes, melhorar a drenagem urbana e ampliar as áreas verdes.
O texto prevê a criação de jardins planejados para captar, armazenar e infiltrar a água das chuvas, diminuindo a sobrecarga da rede de drenagem. Esses espaços poderão ser implantados em praças, canteiros centrais, parques e outros locais com histórico de alagamentos.
A implantação dos jardins deverá priorizar regiões que sofrem alagamentos com frequência. A definição dos locais será baseada em estudos técnicos realizados pelos órgãos competentes, respeitando as diretrizes do Plano Diretor e da legislação municipal.
Transparência
O texto também determina que a execução do programa seja acompanhada com transparência. Relatórios técnicos anuais deverão ser publicados no Portal da Transparência do Município informando as ações realizadas e os locais contemplados.
Os jardins de alagamento deverão contar com sistemas naturais de drenagem, utilizando solo filtrante e materiais permeáveis que permitam a infiltração gradual da água. Deve ser priorizado espécies vegetais nativas e adaptadas a solos úmidos.
O projeto também prevê a instalação de sensores inteligentes para monitorar a umidade do solo e os níveis de água. As informações coletadas poderão ser integradas a plataformas de monitoramento, auxiliando na prevenção e mitigação de riscos de alagamentos.
O texto estabelece que o programa possui caráter programático e não gera despesas obrigatórias para o município. A implementação dependerá da realização de estudos técnicos que comprovem a viabilidade econômica e ambiental, além da análise do impacto financeiro.
Para viabilizar a execução do programa, o projeto prevê a busca de recursos por meio de parcerias público-privadas, incentivos ambientais, captação de verbas estaduais e federais, além de convênios com universidades e centros de pesquisa.
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Vereador Willian Gentil (PP): projeto foi sugestão da filha, estudante de Arquitetura – Foto/CMM